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TRATAMENTO

A Bulbless se especializou em oferecer variados métodos de tratamento para os seus resíduos. Para determinar qual medida é mais adequada, são realizadas análises criteriosas para avaliar as características dos materiais. Após esse processo, é possível trabalhar com os seguintes procedimentos:

 

Coprocessamento: aplicado para resíduos industriais, perigosos, químicos, sólidos e produtos inservíveis, esse processo se caracteriza pela realização da destruição térmica em fornos de cimento. No caso dos produtos inservíveis, o coprocessamento é aplicado na etapa final de tratamento, um processo composto também pela fragmentação de cada material e anulação de qualquer identificação da empresa.

 

Seja qual for o caso, por meio do coprocessamento, é possível eliminar os materiais de modo definitivo, técnico e ambientalmente seguro.

 

Estações de tratamento: utilizado em caso de tratamento de resíduos líquidos, o processo é realizado por meio do encaminhamento dos materiais para as estações. Ao chegar no local, os profissionais técnicos realizam os procedimentos que anularão os potenciais de risco dos fluidos, permitindo que sejam reutilizados ou devolvidos ao meio ambiente de forma segura. 

 

Manufatura reversa: empregada para tratar de resíduos eletrônicos, a manufatura reversa é realizada em três etapas. A primeira dela é a desmontagem dos materiais, que por sua vez podem conter metais e componentes danosos. Em seguida, são separadas as partes do equipamento que possam ser reaproveitadas. Por fim, é realizado o processo de reciclagem.

 

Compostagem: técnica aplicada para a destinação final de resíduos orgânicos, sendo dividida em três passos. Na primeira etapa é efetuada a fase mesofílica, na qual os micro-organismos agem em temperaturas próximas ao clima do ambiente. Esse procedimento é realizado durante 15 dias.

 

Em seguida, é efetuada a etapa termofílica, uma fase mais duradoura e que pode se estender por até dois meses. Nesse caso, as bactérias e fungos que colaboram com a compostagem sobrevivem à temperatura submetida de 65 a 70º C, enquanto os agentes patógenos são neutralizados.

 

Por fim, acontece o processo de maturação. Nessa parte, que também pode durar até dois meses, ocorre a diminuição da atividade microbiana. Isso se deve ao fato de a temperatura e da acidez também diminuírem, o que culmina na finalização da decomposição. Desse modo, a matéria é transformada em húmus, estando livre de toxicidade, metais pesados e demais componentes danosos.

 

Incineração: atualmente, a incineração é o tratamento mais eficaz para resíduos que apresentam risco biológico ou químico. Isso significa que, despojos perigosos, como os de origem hospitalar, devem passar por esse processo.

 

Nesse caso, há duas formas de aplicar a técnica. A primeira delas é o Mass Burning, no qual os resíduos são incinerados em estado bruto e sem um pré-tratamento. O segundo método por sua vez, chamado Refuse-derived Fuel, é realizado após um tratamento prévio.

 

Independentemente do modo aplicado há a utilização de um forno ou usina para queimar as sobras dos objetos em altas temperaturas. No fim do processo, restam apenas cinzas inertes.

 

Reciclagem: além dos tratamentos destinados à descaracterização e destruição dos resíduos, há o processo de aproveitamento dos materiais. É o caso da reciclagem, um procedimento realizado para transformar resíduos sólidos em matéria-prima. Para isso, é necessário coletar, separar, tratar e enviar os resíduos para o destino correto.

 

Por meio dessa técnica, é possível reduzir a taxa de extração de bens naturais, uma vez que os materiais são empregados na cadeia produtiva novamente, substituindo os elementos que seriam retirados da natureza.

 

Entre os resíduos mais comuns nesse procedimento estão: alumínio, PET, vidro, aço, papelão, metais em geral, borracha e material têxtil.